quarta-feira, 7 de outubro de 2020

MANUELITO - FOTÓGRAFO


EM 04 DE OUTUBRO DE 1933 - Chegava na cidade de Mossoró, o maior fotografo de todos os tempos, Manuelito Pereira dos Santos Benigno Magalhães.  Ele nasceu na cidade de Fortaleza-CE, no dia 17 de agosto de 1910; seus pais eram Manoel dos Santos Benigno e dona Raimunda Pereira Benigno. Perdendo muito cedo seus pais, ficou morando com uma tia que se chamava Maria Vieira de Alencar. 

Seu Manuelito foi o melhor fotógrafo daquela época, pois dedicou sua vida toda à fotografia em nosso município, vindo para Mossoró no dia 04 de outubro de 1933, quando o jornalista Augusto da Escóssia Nogueira pediu a Aba-filme, de Fortaleza, um profissional na arte de fotografar, sendo indicado Manuelito. Ele trabalhou para o Foto Escóssia, logo após, passou para J. Octávio, sendo que depois montou seu próprio atelier intitulado de “O MANUELITO”, na Praça Vigário Antônio Joaquim, no centro desta cidade. 

Era casado com a senhora Maria Sila Barbosa Pereira, desde 31 de julho de 1933, de cujo enlace nasceram cinco filhos. Todo o seu acervo fotográfico foi doado ao Museu Histórico Lauro da Escóssia, que está sob os cuidados da professora Maria Lúcia Escóssia, funcionária da instituição. Este grande fotógrafo possuía o titulo de Cidadão Mossoroense, conferido pela Câmara Municipal de Mossoró, desde 02 de setembro de 1975, através do então vereador Gutemberg Borges de Miranda. 

Ele faleceu no dia 10 de agosto de 1980. Em sua homenagem foi colocado o seu nome numa rua do município de Mossoró.


Fonte: Lindomarcos Faustino - RELEMBRANDO MOSSORÓ II.



Por Aldo H Medeiros. 


segunda-feira, 5 de outubro de 2020

A ESTRELA CANTA - GLORINHA

 


CANTORA GLORINHA OLIVEIRA


Em 27 de novembro de 1925, nasceu em Natal, precisamente no bairro das Rocas, uma menina que viria a ser batizada com o nome Maria da Glória Mendes de oliveira, porém por um lapso da parte de seu pai, a mesma foi registrada sem o nome Glória, o que não impediu de ser sempre chamada de Glorinha pelos seus familiares e amigos. 


Aos 10 anos,  se apresenta no programa de calouros na Rádio Clube de Pernambuco (estava morando em Recife) e  ganha um relógio de ouro por ser escolhida a cantora mirim na ocasião.

Glorinha teve o privilégio de participar da inauguração da 1ª Rádio do RN –REN – RÁDIO EDUCADORA DE NATAL, que depois veio a se chamar RÁDIO POTI. 

Na década de 50 viajou por quase todo Brasil para representar nosso Estado nas inaugurações das emissoras de rádio dos DIÁRIOS E RÁDIOS ASSOCIADOS, participando ainda das festas de 1º Aniversário das TVs TUPI do Rio e São Paulo, a qual teve matéria de destaque na Revista O CRUZEIRO. 

Grandes figuras do cenário artístico brasileiro dividiram o palco com Glorinha, destacando nomes como Ademilde Fonseca, Cauby, Ângela Maria, Carlos Galhardo, as Irmãs Baptistas, Moacyr Franco, Leni Andrade, Miltinho, Sílvio Caldas, Orlando Silva, Ataulfo Alves, Lúcio Alves, Dick Farney e tantos outros. 

No Rádio Glorinha fez de tudo: rádio novela, programa de humor, foi locutora e chegou até a escrever mininovelas, tendo como maoir destaque seu programa das quintas-feiras: A ESTRELA CANTA.


Glorinha participou de programas importantes da TV, fora de Natal, como o  FESTA BAILE, em 1981, com Agnaldo Rayol e Lolita Rodrigues, na TV RECORD, o SEM CENSURA em 1988, na TV EDUCATIVA. Já gravou LPs (vinil), CDs, escreveu livro. 

Glorinha Oliveira é minha avó. Bisavô de Luiza e Beatriz. 

Hoje, aos 95 anos, Glorinha é uma mulher que ainda respira arte. Uma mulher que inspira.


#glorinhaoliveira #rouxinolpotiguar #mulheresqueinspiram

Texto: Katarina Gurgel - Facebook. 




Por Aldo H Medeiros. 

A CURA (Pandemia)

A cura: poema para acalmar a alma em tempos de Covid-19



Quando a tempestade passar

E se amansem as estradas

E sejamos sobreviventes

de um naufrágio coletivo.

Com o coração choroso

e o destino abençoado

Vamos nos sentir bem-aventurados

Tão só por estar vivo.


E nós lhe daremos um abraço

ao primeiro desconhecido

elogiaremos a sorte

de manter um amigo.


E aí nós lembraremos

Tudo aquilo que perdemos

e de uma vez aprenderemos

tudo o que não aprendemos.


Não teremos mais inveja

pois todos sofreram.

Não teremos mais desidia

Seremos mais compassivos.


Valerá mais o que é de todos

Que eu nunca consegui

Seremos mais generosos

E muito mais comprometidos


Nós entenderemos o frágil

O que significa estar vivo?

Vamos suar empatia

por quem está e quem se foi.


Sentiremos falta do velho

que pedia peso no mercado,

que nós não soubemos o nome dele

e sempre esteve ao seu lado.


E talvez o velho pobre

Era Deus disfarçado.

Você nunca perguntou o nome

Porque você estava com pressa.


E tudo será milagre

E tudo será um legado

E a vida será respeitada.

A vida que vencemos.


Quando a tempestade passar

Eu te peço Deus, triste.

Que nos tornes melhores.

como você nos sonhou.


Obs: Está havendo controvérsia sobre a autoria deste poema, na verdade li totalmente diferente... Estou pesquisando sobre suposta autoria correta

Fonte: Facebook



Por Aldo H Medeiros. 

sábado, 3 de outubro de 2020

PAPAGAIOS E ARARAS

 


O Embaixador Inglês em Haia, Willian Temple, deixou registrado sobre o Príncipe Maurício de Nassau que o mesmo admirava por demais os pássaros e particularmente os Papagaios e Araras, pois os surpreendiam com respostas e conversas inimagináveis acreditando que os mesmos raciocinavam como os humanos.

 



E descreve um diálogo sobre o mesmo com um papagaio: 

— De onde vens? 
— Do Maranhão!  
— Pertences a quem? 
— A um Português!  
— O que fazes ali? 
— Vigio as galinhas

O príncipe riu: 

— Guarda as galinhas?
 — Sim, e muito bem!  
E, oportunamente fez várias vezes o papagaio:
— Xou, xou, xou, xou... 


Fonte: O  Legado Brasil Holandês / As Companhias  Comercias Holandesas, por Michiel Van Groesen. 







Por, Aldo H Medeiros. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

DESCENDENTE DE PADRE THOMAZ ARAÚJO PEREIRA


O Advogado Eider Medeiros, um jurista nascido no coração do Seridó, religioso e crente em Deus; devoto de SÃO SEBASTIÃO — padroeiro de FLORÂNIA  antiga FLORES 💐—,   que fazia parte da Vila do Príncipe,  atual Caicó.  

                    Foto: Padre Thomaz (Blogger)






Por Aldo H de Medeiros. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

SÃO PEDRO E SÃO PAULO

                       Vídeo (WhatsApp)


                           Foto: Pinterest

No vídeo acima o professor LUIZ EDUARDO BRANDÃO SUASSUNA faz uma narrativa sobre a importância dos discípulos de Cristo para o mundo. 





Por Aldo H Medeiros. 

sábado, 19 de setembro de 2020

Porto Teleférico - Areia Branca - RN.

CONSTRUÇÃO 

                FOTO DE TRABALHADOR 

                          VÍDEO (clique aqui!)

Construção do primeiro Porto Teleférico da América do Sul - na Cidade de Areia Branca-RN.   






Fonte: Arquivo Nacional.  






Por, Aldo H Medeiros. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Benjamim Constant

 

Benjamin Constant, propagandista da República, foi mais um homem de letras do que um soldado. Professor da Escola Militar, dedicava-se a divulgar os ideais positivistas fundados na trilogia "amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim", mais tarde fixados por ele na bandeira brasileira sob o lema "Ordem e progresso".

 

Foto de Juan Gutierrez, século XIX.

 






Por, Ester da Cruz no Facebook. 



segunda-feira, 7 de setembro de 2020

7 de Setembro - 1822/2020.

O Padre Belchior Pinheiro de Oliveira, testemunha do Grito do Ipiranga, nos deixou o seguinte relato sobre o ocorrido nesta data no ano de 1822:


         Ilustração: “Independência ou Morte” - Pedro Américo.

 

"Dom Pedro, tremendo de raiva, arrancou de minhas mãos os papéis e, amarrotando-os, pisou-os e deixou-os na relva. Eu os apanhei e guardei. Depois, virou-se para mim e disse: 

— E agora, padre Belchior? 

Eu respondi prontamente:

— Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil será prisioneiro das cortes e, talvez, deserdado por elas. Não há outro caminho senão a independência e a separação.

Dom Pedro caminhou alguns passos, silenciosamente, acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros, em direção aos animais que se achavam à beira do caminho. De repente, estacou já no meio da estrada, dizendo-me:

— Padre Belchior, eles o querem, eles terão a sua conta. As cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de rapazinho e de brasileiro. Pois verão agora quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal.

Respondemos imediatamente, com entusiasmo: 

— Viva a Liberdade! Viva o Brasil separado! Viva dom Pedro!

O príncipe virou-se para seu ajudante de ordens e falou:

— Diga à minha guarda, que eu acabo de fazer a independência do Brasil. Estamos separados de Portugal."

 

Os eventos da proclamação da independência continuaram após os fatos narrados pelo padre Belchior, o que os relatos de outra testemunha, o Coronel Manuel Marcondes de Oliveira Melo, nos permitem conhecer:

 

"Poucos minutos poderiam ter se passado depois da retirada dos referidos viajantes (Bregaro e Cordeiro), eis que percebemos que o guarda, que estava de vigia, vinha apressadamente em direção ao ponto em que nos achávamos. Compreendi o que aquilo queria dizer e, imediatamente, mandei formar a guarda para receber dom Pedro, que devia entrar na cidade entre duas alas. Mas tão apressado vinha o príncipe, que chegou antes que alguns soldados tivessem tempo de alcançar as selas. Havia de ser quatro horas da tarde, mais ou menos. Vinha o príncipe na frente. Vendo-o voltar-se para o nosso lado, saímos ao seu encontro. Diante da guarda, que descrevia um semicírculo, estacou o seu animal e, de espada desembainhada, bradou:

— Amigos! Estão, para sempre, quebrados os laços que nos ligavam ao governo português! E quanto aos topes daquela nação, convido-os a fazer assim!

E arrancando do chapéu que ali trazia a fita azul e branca, a arrojou no chão, sendo nisto acompanhado por toda a guarda que, tirando dos braços o mesmo distintivo, lhe deu igual destino.

— E viva o Brasil livre e independente! — gritou dom Pedro. 

Ao que, desembainhando também nossas espadas, respondemos:

— Viva o Brasil livre e independente! Viva dom Pedro, seu defensor perpétuo!

E bradou ainda o príncipe:

— Será nossa divisa de ora em diante: Independência ou Morte!

Por nossa parte, e com o mais vivo entusiasmo, repetimos: 

— Independência ou Morte!"

 

Texto adaptado da obra, "1822" de Laurentino Gomes.


Fonte: Rui Santana Jr. 



Por, AHM. 

domingo, 30 de agosto de 2020

Mia Couto - Frase.



     

“Só me pertence o que não abraço.  Eis como eterno me condeno: amo o que não tem despedida. “ (Mia Couto)











 Por, Aldo H Medeiros.  

A VIDA...


FOTO: PINTEREST 

“QUANDO A GENTE ACHA QUE TEM TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.”


            (Luíz Fernando Veríssimo)






Por, Aldo H Medeiros. 

 


 

sábado, 29 de agosto de 2020

PICADA DE COBRA



Em Sítio Marcação, no Município de Currais Novos-RN, uma cobra jararaca pica e mata cavalo, não dando chance ao proprietário de socorrê-lo. 





                                    

O fato ocorreu na noite da última quinta-feira - dia 27/08/2020 -,   quando o dono percebeu ao amanhecer o animal já não tinha vida...



Por Aldo H Medeiros




quinta-feira, 27 de agosto de 2020

CLÃ FAMILIAR


                                 Foto: Pinterest

A árvore genealógica é pra mostrar as pessoas que as gerações podem levar séculos, mas o DNA é o mesmo.  Se meus pais e os de alguém possuem mesmo DNA, somos primos.    O grau informa a distância.   Mas, são primos.   O valor de um parente distante pode ser maior que o de um irmão legítimo.  Pois,  está no DNA também a parte malvada e defeituosa do GENE;  e pode ter em qualquer membro do clã familiar.  AHM 



                          Foto: Pinterest 


Um clã constitui-se num grupo de pessoas unidas por parentesco e linhagem e que é definido pela descendência de um ancestral comum. Mesmo se os reais padrões de consanguinidade forem desconhecidos, ainda assim, os membros do clã reconhecem um membro fundador ou ancestral maior. Wikipédia


Por Aldo H Medeiros



 ALDOHMEDEIROS.BLOGSPOT.COM 

sábado, 22 de agosto de 2020

A “Ama” de Leite do Senador Guerra

Os Macrobianos eram um povo e um reino lendários posicionados no Corno de África mencionado por Heródoto. Autores posteriores os colocam na Índia. É um dos povos lendários postulados na extremidade do mundo conhecido, neste caso no extremo sul, contrastando com os hiperbóreos no extremo leste.

 Fonte: Wikipédia. 


Obs:  Uma das características dos MACROBIANOS era a longevidade. 


     Senador Francisco de Brito Guerra (Padre)


Domínio Público 



Fonte: Domínio Público. 



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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

PÍNDARO - POETA GREGO

 

“QUEM QUER VENCER UM OBSTÁCULO TEM QUE ARMAR-SE DA FORÇA DO LEÃO E A PRUDÊNCIA DA SERPENTE.”   (PÍNDARO)

 


Fotos: Pinterest.  







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Fui Touros; Sou Maxaranguape...

                       - Farol Cabo de São Roque -
    Foto: Pinterest. 

https://aldohmedeiros.blogspot.com/2020/08/fui-touros-sou-maxaranguape.html
(Clic 2 vezes no link)




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domingo, 16 de agosto de 2020

Levem o mundo: Deixem-me o momento!


    Foto:  Pinterest. 


Não me digas mais nada. O resto é vida.

Sob onde a uva está amadurecida

moram os meus sonos, que não querem nada.

Que é o mundo? Uma ilusão vista e sentida.


Sob os ramos que falam com o vento,

inerte, abdico do meu pensamento.

Tenho esta hora e o ócio que está nela.

Levem o mundo: deixem-me o momento!


Se vens, esguia e bela, deitar vinho

em meu copo vazio, eu, mesquinho

ante o que sonho, morto te agradeço

que não sou para mim mais que um vizinho.


Quando a jarra que trazes aparece

sobre o meu ombro e a sua curva desce

a deitar vinho, sonho-te, e, sem ver-te,

por teu braço teu corpo me apetece.


Não digas nada que tu creias. Fala

como a cigarra canta. Nada iguala

o ser um som pequeno entre os rumores

com que este mundo (verso incompleto)


A vida é terra e o vivê-la é lodo.

Tudo é maneira, diferença ou modo.

Em tudo quanto faças sê só tu,

em tudo quanto faças sê tu todo.


Fernando Pessoa, in 'Canções de Beber - Ruba'iyat na obra de Fernando Pessoa'


AHM.  

sábado, 15 de agosto de 2020

ESTOICISMO - Harmonia da “Alma” com o Universo




Considerada por George Sarton como “a mais elevada doutrina ética do mundo antigo”[1] o estoicismo tinha como objetivo a harmonia da alma do indivíduo com o universo. O Cinismo foi grande influenciador do estoicismo. Segundo o cínico Diógenes Laércio: “a virtude do homem feliz e uma vida tranquila consistem em serem todas as ações baseadas no princípio da harmonia entre seu próprio espírito e a vontade daquele que dirige o universo”.[2] Para Diógenes (412-323 a.c.), que vivia pelas ruas de Atenas na mais completa miséria e morava em tonel, o não ter necessidade é um sinal de superioridade. Vendo certa vez um menino beber na palma da mão, lançou fora a tigela que usava para beber dizendo “o menino venceu-me no satisfazer-se com pouco”. Ele era conhecido como Diógenes o Cínico pois vivia como um cão pela ruas, e o termo "cínico" deriva do "kynikos", a forma adjetiva de "kynon", que significa "cão"[3] Uma das histórias conta-se que Alexandre, o Grande, ao encontrá-lo, teria perguntado o que poderia fazer por ele. Alexandre se colocara diante de Diógenes numa posição que lhe fazia sombra. Diógenes, então, olhando para Alexandre, disse: "Não me tires o que não me podes dar!". Guilherme Oncken destaca o comportamento ético dos estoicos e sua vocação para cultivar o benefício da comunidade: “para os estoicos a conduta mais satisfatória e mais justa era baseada na harmonia com a natureza, harmonia essa com a qual as boas ações produzem satisfação própria”.[4]


[1] SARTON, George. Historia de la ciência, Buenos Aires:Editorial Universitaria Buenos Aires, 1959, p. 168

[2] WINTON, R; GARNSEY, Peter. Teoria política. In: FINLEY, Moses. O legado da Grécia. Brasília: UNB, 1998, p. 72

[3] MONDOLFO, Rodolfo. O pensamento antigo: v.I, São Paulo: Mestre Jou, 1964, p. 195

[4] ONCKEN, Guilhermo. História Universal – História de Grécia e Roma, Francisco Alves:Rio de Janeiro, v.IV, p.547.  


Fonte: Victorino Pereira (Facebook). 



sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Vídeo de Alerta!

Fonte: Facebook 

VÍDEO 
(clique aqui)  

ATAQUE A MOSSORÓ (Hoje)


O Advogado  Honório de Medeiros foi meu professor de Filosofia do Direito e também faz parte do nosso clã familiar com origem no Seridó, sendo um descendente das famílias MEDEIROS/FIGUEIREDO, dentre outras.    O Mestre  é um descendente do nosso “ADÃO” da Capitania de Pernambuco Jerônimo de Albuquerque - O Tôrto – assim, também do - Fidalgo Cavaleiro da Ordem de Malta, Italiano Fillippo Giovanni Cavalcanti -, este último o principal Patriarca dos Cavalcanti no Brasil.   Abaixo: uma nova publicação do Escritor e Membro do IHGRN e o convite para uma LIVE  com a sua participação hoje no canal YouTube. 

 







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AHM. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Se o Passado Voltasse...



    Foto: AHM 

Se o passado voltasse
Eu ia embora daqui,
Perambular pelas serras
De São João  do Sabugi,
Escutando, ao meio dia,
Cantar triste a juriti.

Habitar nos socavões
Da serra do mulungu,
Admirar a beleza
Da flôr do mandacaru,
Em noite enluarada
Caçar ticaca e tatu.

Repetir tudo que fiz
E fazer o que não pude,
Beber água de juá
Que fortifica a saúde,
E tomar de manhã cedo
Banho de poço ou açude. 

Caçar rolinha e preá
Com bisaco e baladeira,
Porque ninguem proibia
Por ser coisa costumeira, 
Além de ouvir cantador
Numa bodega da feira.

Roubar galinha de noite
Sexta feira da paixão,
Fazia parte, acreditem,
Da sagrada tradição,
Por isso aquela atitude
Não era pecado não.

Queria acordar ouvindo
A banda de manhanzinha,
Escutar a voz de Lica
Na hora da ladainha,
Era o canto mais bonito
Que o coro da igreja tinha.

Mas o passado não volta...
É tudo recordação 
A mocidade se foi,
Também não volta mais não,
Restando apenas saudade 
Da nossa antiga São João. 

Autor: Luzarte Medeiros Brito 

Piada sobre Divórcio

                                   Vídeo



    Fonte: WhatsApp.  

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Show em Pandemia (Reino Unido)




Foto: Twitter 


Aconteceu ontem no Reino Unido um show do Cantor SAN FENDER, com distanciamento social em - NEWCASTLE -  e realizado no Virgin Money Unity Arena.    Foram colocadas plataformas elevadas de metal com acomodação para até cinco pessoas de mesma família e domicílio.  Cada ambiente dispunha de geladeira, assentos e álcool gel,  tudo incluso nos ingressos. 

 

AHM. 

AMORES E NINHOS


“OS AMORES SÃO COMO OS NINHOS: ALGUNS DE ALGODÕES E OUTROS DE ESPINHOS.” 


                                                          Fotos: Wikipedia

AHM. (1984)

terça-feira, 11 de agosto de 2020

SER PENSANTE...





“O homem é apenas um caniço, o mais fraco da natureza; mas é um caniço pensante. Não é preciso que o universo inteiro se arme para esmagá-lo: um vapor, uma gota de água, são suficientes para matá-lo. Mas, mesmo que o universo o esmagasse, o homem seria ainda mais nobre do que o que o mata, porque ele sabe que morre, e conhece a vantagem que o universo tem sobre ele; e disso o universo nada sabe. Toda a nossa dignidade consiste, pois, no pensamento. É a partir dele que nos devemos elevar e não do espaço e da duração, que não saberíamos ocupar.”


(Blaise Pascal)

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

DIA DO ADVOGADO

No dia 11 de agosto é celebrado o dia do Advogado, em referência às primeiras faculdades de direito no Brasil, criadas ainda por Dom Pedro I. 


           

O texto abaixo foi retirado da Oração aos Moços, escrito por Rui Barbosa a partir de um convite para ser paraninfo dos formandos da turma de 1920 da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, escola onde ele havia se formado 50 anos antes. In verbis:

Uma vez, que Alcibíades discutia com Péricles, em palestra registrada por Xenofonte, acertou de se debater o que seja lei, e quando exista, ou não exista.

 “– Que vem a ser lei?”, indaga Alcibíades.

“– A expressão da vontade do povo”, responde Péricles.

“– Mas que é o que determina esse povo? O bem ou o mal?” replica-lhe o sobrinho.

 “– Certo que o bem, mancebo.”

“– Mas, sendo uma oligarquia quem mande, isto é, um diminuto número de homens, serão, ainda assim, respeitáveis as leis?”

“– Sem dúvida.”

“– Mas, se a disposição vier de um tirano? Se ocorrer violência, ou ilegalidade? Se o poderoso coagir o fraco? Cumprirá, todavia, obedecer?”

Péricles hesita; mas acaba admitindo:

“– Creio que sim.”

“– Mas então”, insiste Alcibíades, “o tirano, que constrange os cidadãos a lhe acatarem os caprichos, não será, esse sim, o inimigo das leis?”

“– Sim; vejo agora que errei em chamar leis às ordens de um tirano, costumado a mandar, sem persuadir.”

“– Mas, quando um diminuto número de cidadãos impõe seus arbítrios à multidão, daremos, ou não, a isso o nome de violência?”

“– Parece-me a mim”, concede Péricles, cada vez mais vacilante, “que, em caso tal, é de violência que se trata, não de lei.”

Admitido isso, já Alcibíades triunfa:

“– Logo, quando a multidão, governando, obrigar os ricos, sem consenso destes, não será, também, violência, e não lei?”

Péricles não acha que responder; e a própria razão não o acharia. Não é lei a lei, senão quando assenta no consentimento da maioria, já que, exigido o de todos, desiderandum irrealizável, não haveria meio jamais de se chegar a uma lei.

Ora, senhores bacharelandos, pesai bem que vos ides consagrar à lei, num país onde a lei absolutamente não exprime o consentimento da maioria, onde são as minorias, as oligarquias mais acanhadas, mais impopulares e menos respeitáveis, as que põem, e dispõem, as que mandam, e desmandam em tudo; a saber: num país, onde, verdadeiramente, não há lei, não o há, moral, política ou juridicamente falando. Considerai, pois, nas dificuldades, em que se vão enleiar os que professam a missão de sustentáculos e auxiliares da lei, seus mestres e executores.

É verdade que a execução corrige, ou atenua, muitas vezes, a legislação de má nota. Mas, no Brasil, a lei se deslegitima, anula e torna inexistente, não só pela bastardia da origem, senão ainda pelos horrores da aplicação.

Ora, dizia S. Paulo que boa é a lei, onde se executa legitimamente. “Bona est lex, si quis ea legitime utatur.

Quereria dizer: Boa é a lei, quando executada com retidão. Isto é: boa será, em havendo no executor a virtude, que no legislador não havia. Porque só a moderação, a inteireza e a equidade, no aplicar das más leis, as poderiam, em certa medida, escoimar da impureza, dureza e maldade, que encerrarem. Ou, mais lisa e claramente, se bem o entendo, pretenderia significar o apóstolo das gentes que mais vale a lei má, quando inexecutada, ou mal executada (para o bem), que a boa lei, sofismada e não observada (contra ele).

S. Paulo: I Tim. I, 8.

Para ler mais, acesse:

 https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/564558/Oracao_aos_mocos_Rui_Barbosa.pdf?sequence=5&isAllowed=y

Fato é que, como bem afirma Cappelletti (2008, p. 15), nenhuma lei, nem mesmo a mais técnica e detalhada, é suficiente ao ponto de não deixar espaço para variações e nuances que possam excluir o mínimo de criatividade ao intérprete.

Ora, a ambiguidade é elemento inerente à linguagem humana, de modo que, somada às relações humanas que a lei deseja regular, fazem da tarefa do advogado uma das mais complexas.

Que a advocacia, tão nobre que é, seja, portanto, exercida de maneira proba, ética e técnica, e que, assim, possamos, a cada caso, construir o tão sonhado significado de justiça.

São os desejos de uma futura advogada...


Nathália Leite de Medeiros
Graduanda em Direito pela UFRN
Estagiária da Defensoria Pública da União


 AHM.


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MANUELITO - FOTÓGRAFO

EM 04 DE OUTUBRO DE 1933 - Chegava na cidade de Mossoró, o maior fotografo de todos os tempos, Manuelito Pereira dos Santos Benigno Magalhãe...